Bit is Myth

MaRZ’s weblog … Bits, Bytes e eu

Gnome Do

do

Brinquedinho bem legal este: o gnome-do.

Eu não conheço o quicksilver do mac, mas dizem que foi inspirado nele.

Este pequeno aplicativo serve para agilizar o acesso aos programas do seu desktop, usando o atalho: tecla Windows-Key + Barra de Espaços.

Funciona de modo bem simples, você instala o pacote e quando quiser acessar algum programa ou pesquisar um arquivo no seu sistema, basta acionar o atalho (acima descrito) e os ítens que casarem com o que for digitado vão aparecendo numa janela central da tela. Ao localizar o ítem desejado, dê um tab – o que muda o foco para as engrenagens – e um enter.

A vantagem aqui é que o mouse pode ficar de fora do processo. Ótimo para twiters, blogger, atalhos de navegador e uma miríade de plugins. Bom para quem gosta, como eu, de teclado e evita o mouse ao máximo.

Eu experimentei e já adotei. Baixe no site oficial (nota para ubuntu e debian, basta acessar gnome-do no seu “pacoteiro”)

2009-07-06 Publicado por marzvix | Gadget, Laptop, dicas-l | | Sem comentários ainda

M.E.R.D.A.

Módulo de Encapsulamento de Registros De Arrecadação.

Este projeto visa criar um módulo para encapsular os dados que a burreceita, sintrega e outra mediocrentidades enchedoras de saco utilizam nos seus “maravilhosos” programas.

É fato conhecido que estes programas, aniquiladores da paciência do contribuinte e da comunidade contábil, todo ano vem em sabores diversos e altamente mutantes.

Os pulhas que programam estas porcarias devem “se achar”, ao criar um monte de lixo em software proprietário – usando delphreak e recentemente javagaba – compatíveis com o monstrengo da micosoft e fingindo ser compatível com outros sistemas, esquecendo que o dinheiro público que paga as merdas de licenças e o ótimo salário deles. Ora, se sou contribuinte, pago pelo lixoware deles, porque não tenho acesso aos maledetos código fontes? Isto deveria ser obrigatório por lei, daí eu poderia usar o meu tempo de forma útil e alterar a porcaria de software deles em vez de ficar gastando tempo e postando M.E.R.D.A. sobre este assunto.

Caro leitor, me desculpe o tom pesado deste humilde blog hoje, mas é que são anos e anos ouvindo maravilhas sobre o lixoware da burreceita, caixote, sefazdeboazinha, etc. E tendo conviver na realidade com prazos limitantes e multativos e com estas bicheirinhas delphisticas, malacabadas e que só olham o lado confortável dos tecnocratas. É fato público e sabido que já existe SOFTWARE LIVRE E DE CODIGO ABERTO, não faz mais nenhum sentido esta bagaceira escrita em SOFTWARE PROPRIETÁRIO e DE CÓDIGO FECHADO. Se o tal do Lula, que foi na FISL este ano – fazer o que eu não sei – olhar pra isto e ajudar, já seria um bom começo.

Não sou contra o uso desta porcariada toda e acho até que eles economizam bem o dinheiro do contribuinte já que transformam todo mundo em digitador. Eles devem “pensar” ou talvez “intuir” – que estão promovendo a inclusão digital. Sou, sim, contra o descaso que eles tem com o nosso precioso tempo.

De certa forma, creio que estão promovendo a inclusão digital. Naquela forma em que “digital” corresponde ao fato de termos dedos, e gastarmos nossas “digitais” no teclado catilografando números e endereços pra eles. (Sempre lembro daquela velha piada sobre o Cadastro Único – C.U. – quando vejo estas aberrações, por exemplo ficar re-preenchendo cadastro todo ano em várias ocasiões, para vários orgãos públicos – que vão de prefeituras a caixotes bancários).

Bom, a minha última birra foi com o merda do DIPidiota 2009. Além de não ter conseguido instalar no wine – pois a bicheira fica pedindo um formato de data escroto do rwindows – ao rodar a gororoba me deparo com o seguinte ALEIJÃO no produto de bosta deles: o porrogramador ou canibalista de sistemas inventou de eliminar o cut-and-paste para preencher o formulário (registro 54). Ou seja, se quiser, tenho que perder um tempão DIGITANDO os mesmos cnpj’s e nomes de clientes do meu cliente. Dados que cortei e colei do próprio site da burreceita no cagadastro geral de pessoas judiadas.

Pô, que merda, pensei! Mas dai achei no help do DIPidiota 2009 os layouts dos registros. Maravilha, agora é só programar um módulo, denominado singelamente de M.E.R.D.A. para gerar os dados que eles querem e que já tenho prontos na minha planilha, no porcograma deles.

Fantástico, daí nasce este projeto – M.E.R.D.A. – que como o nome diz, vai servir para encapsular os dados em formato txt pro lixo deles importar.

Cada vez mais eu me impressiono com a “competência” de determinados imbecis para atrasarem a nossa vida e eliminarem de um programa, o que já é consagrado: o bom e velho cut-and-paste.

Impressionante, mas em termos de fazerem bosta, esta turma de des-envolvedores sempre se supera.

2009-06-28 Publicado por marzvix | Anti-Burreceita, Anti-M$, Anti-delphreak, Geral, Opinião, Projetos | | Sem comentários ainda

Updates, upgrades e soluções

sid
Conforme disse no outro post, o problema maior com estas manobras é mesmo o usuário. Neste caso: eu!

Vamos as etapas de entendimento e medidas práticas que adoto.

Use a versão instável ou mesmo a alpha: os repositórios estão maduros e eles não colocam lixo lá, são profissionais demais para fazer isto. Quanto antes nos deparamos com as novidades, mais cedo aprendemos a conviver com elas.

Entretanto, nunca use-as num sistema crítico ou se você tem uma atividade para apresentar amanhã. Deixe uma partição com o sistema instável instalada, para estas emergências.

Não faça as atualizações diariamente: é perda de tempo, escolha um período de 1 semana a 15 dias, ou até um mês, pois isto lhe dá mais tempo para assimilar as modificações.

Leia antes as novidades: o aptitude é mais interessante do que o synaptic, apesar do que eu estou mudando para o synaptic novamente, eles melhoraram bastante o sistema.

Existe diferença entre: network-admin e network-manager. O segundo é para ser usado no Desktop. E o primeiro le o arquivo /etc/networking/interfaces para ser configurado. Eu estudei o script do primeiro e achei muito bem feito. Na realidade não tem segredos. Ele faz uso do chamado DBus, que mantêm comunicação com outros “amigos” como o bluetooth, veja o que roda no meu laptop:
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2009-06-27 Publicado por marzvix | Debian, Distros, Linux, Sysadmin, Ubuntu | | 1 Comentário

Updates, upgrades e distros

lenny
Atualizo o meu sistema toda sexta-feira. Nesta última, me ferrei.

O velho Debian tem este problema e é inégavel. Dependendo da atualização surgem problemas que já haviam sido sanados.

É uma espécie de síndrome, parecida com a do windows. A característica principal é que, depois de alguma atualização, surgem comportamentos estranhos e bugs.
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2009-06-27 Publicado por marzvix | Debian, Distros, Linux, Sysadmin, Ubuntu | | 4 Comentários

Raid (Kibado)

Nada como a velha didática ! (Ou mesmo, mais vale uma imagem…)

raid

2009-06-25 Publicado por marzvix | Geral | | 1 Comentário

IEca 6


Ótima do cartunista John Martz Quando algum imbecilIE entra no site, recebe este cartoon como resposta !

2009-06-23 Publicado por marzvix | Geral | | Sem comentários ainda

DevGrid Releasead

doxygen
Estava pensando num local apropriado para juntar algumas peças e recortes de desenvolvimento.

Pensei em um site, mas logo vi que a manutenção acaba por se tornar um fardo. Sintetiza-se isto com a observação clássica: codifica-se uma vez e modifica-se pra sempre. RUP explica isto melhor, tecnicamente.

Ensaiei alguns passos com um CMS, o Drupal – mas parece mais um caso onde a ferramenta acaba tomando o lugar do problema.

Finalmente cheguei ao Doxygen. Venho buscando algo parecido com ele há muito tempo. Desde do txt2tags do Aurélio ao LaTeX, recém descoberto e já em pleno uso (Tenho quatro mini-projetos com ele).

Também tive contato com algo inusitado, mas compreensível, por parte do Dr. Knuth: a programação literária (literate programming).

O processo é no mínimo interesante: cria-se um sistema/programa como se estivesse escrevendo um livro, e no fim voce tem o produto final documentado. Quando li isto inicialmente, achei que seria mais uma excentricidade do genio. Enganei-me.

Esta semana tive contato com o Doxygen e me veio a lembrança do caso. Resolvi experimentar o processo, de acordo com a minha neófita interpretação, e fiquei bastante surpreso com o resultado. O projeto piloto – BckGDB – que estou executando foi migrado com extrema facilidade para o modelo proposto. Em um instante eu tinha alguns fontes – um Makefile , um ChangeLog meia-boca e um bash script legado – no outro eu já possuía o “site” do projeto e também a documentação em LaTex/PDF. Tudo com um simples comando estilo make sobre um Doxyfile gerado automaticamente.

Diante destas maravilhas, resolvi então reorganizar este blog para acomodar o material que estou preparando. O primeiro ensaio foi feito com a página DevGrid que já pode ser visitada no link do topo. Ali postei algumas coisinhas que estou usando e redescobrindo com o projeto.

O projeto em si será postado também, assim que eu tiver evoluído um pouco mais. Não espere muito, pois estou usando o modelo bazaar – e devo aumentar e melhorar o conteúdo assim que eu conseguir formatar as páginas com o css do blog e incorporar na estrutura do WordPress.

Esta idéia, postar projetos no site, acessíveis publicamente ou privados com senhas individuais, já é uma idéia que venho acalentando há 3 anos, sempre postergada pois nunca consegui uma forma de implementação fácil e não onerosa. Agora parece que vai.

Fica óbvio que o local ideal para se colocar projetos não é no blog – talvez o projeto deva ter um blog, dependendo do tamanho – ou ser publicado via SourceFourge. Mas sinceramente, ainda não me sinto com nível técnico necessário para publicar alguma coisa por lá.

2009-06-20 Publicado por marzvix | Análise de Sistemas, Blog, CMS, Desenvolvimento, Estudos, Geek, Geral, Projetos, TeX/LaTeX, c | | Sem comentários ainda

Projeto BckGDB

Este projeto surgiu da necessidade de um script de backup para base de dados Firebird.

A idéia original foi rodar um script shell no servidor que fizesse backups diários de algumas bases de dados e separasse os savesets, a.k.a archives, em pastas organizadas cronológicamente.

O projeto inicial começou em 21/10/2008 e ficou pronto em 26/11/2008.

Algumas pendências ficaram por ser implementadas no futuro pois o resultado obtido atendeu as necessidades

Em 09/06/2009 decidi reescrever o projeto usando linguagem c para reativar meus conhecimentos desta linguagem e implementar técnicas de programação usando semáforos, sockets, pipes e forks, entidades comuns no ambiente un*x.

Estas técnicas aliadas ao uso avançado do make acabaram por gerar este projeto, onde ainda pretendo implementar as pendências originais como aperfeiçoamentos.

O produto central a ser obtido é o comando da execução, via fork, de tres procedimentos de backups ao mesmo tempo, com pretensões de evoluir para pthreads.

O processo básico é a execução de um programa existente – o gbak – como se fosse acionado por um script, mas na realidade, é acionado por um driver – o run_driver – que conecta os pipes stdin, stdout e stderr ao gbak, que é o programa acionador.

No futuro, este gbak, poderá ser substituído por qualquer outro programa existente no linux para realizar outros tipos de tarefas.

Enfim, tudo se passa como se o programa gbak fosse acionado por um script, mas na realidade estou usando uma linguagem compilada.

O motivo de ter usado esta abordagem foi perceber que os programas existentes fazem bem sua tarefa e podem ser comandados programaticamente de modo a fazer um produto final sem termos que nos enfiar nos meandros de libs ou codigos fontes. Basta acionar o programa automaticamente para que ele faça o que queremos usando a ótima libc para controlar, comandar e registrar os passos que forem executados. (Herr… um log, né?)

Existe um script que criei com o bash para gerar um relatório em latex que foi a minha grande inspiração para dar continuidade ao bckgdb.

Descobri que os programas scripts, ficam bem complexos quando queremos que eles façam bem sua tarefa. Isto me fez pensar: ora se já que está tão complexo, por que não passar para o c, que também é similar em termos de complexidade e o resultado acaba ficando mais “limpo” do que usar scripts.

O bash é EXCELENTE para protótipos, mas percebi que estava caindo na velha armadilha de transformar os protótipos em produtos acabado. Não que o bash não de conta. Dá e sobra, mas a portabilidade e robustez de uma linguagem de programação são ferramentas mais adequadas para o trabalho que pretendo.

Outra coisa que percebi e revisitei foi a versatilidade e a gama de “coisas” existentes nos un*xes.

O tal do tput fez cair a minha ficha. Já estava quase começando a escrever menus… Eu hein, quando chegar neste ponto quero usar algo mais digerível pro usuário final: janelas e mouse.

2009-06-13 Publicado por marzvix | Estudos | | Sem comentários ainda

To afim de ler um livro!


SoftwareWars

E é sobre a michosoft… Diga-se de passagem 5 (cinco) estrelas no Amazon.

Adivinhem quem é o autor? Sim, um ex-empregado da meleca.

E sabem o que mais: ele fala que a micosoft vai se f*der ! (Grande novidade). Tudo por causa do modelito escroto de negócios dos palermas.

To gostando de ver, cada vez mais, que a prepotencia bizarra tem que engolir cada palavra anti-Free e anti-Open, já proferida.

Como diria um bom mineiro: bunidimais !

Agora convenhamos, a queda dela deve fazer um barulhão !

Leiam a fonte, ou se quiserem, o meu resumo tosco do início do artigo:

Ex-Microsoftie: O Software livre vai matar Redmond

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2009-05-21 Publicado por marzvix | Anti-M$, Opinião | | Sem comentários ainda

Sobre BPL (*)

bpl
(*) Broadband over Power Lines

Este assunto esta ganhando campo entre leigos. Já conversei com várias pessoas sobre isto.

Neste link, o autor (acho que Cleber) apresenta muito bem seu ponto de vista, e esclarece alguns aspectos desta “nova” tecnologia de transmissão de dados que está surgindo como opção viável no mercado.

Pontos que gostaria de ressaltar

  • Interferências. Especula-se sobre as interferências, mas se levarmos em consideração as que existem no campo WiFi/Wireless bem como as tradicionais interferências em linhas de telefones e não impediu a tecnologia de avançar creio que não deva ser um problemão.
  • Na realidade, a trasmissão de dados, penso que vem de carona na necessidade das empresas distribuidoras de energia de monitorar com mais fidelidade a sua malha de distribuição (acabar com os “Gatos”) e o custo vai ser parcialmente bancado com venda dos serviços de dados; sendo esta função, secundária.
  • Os filtros de linha e no-breaks, entre outros, costumam bloquer as altas frequencias. Isto vai ter que ser revisto.
  • Isto eu não sabia: é impressionante a taxa de trasmissão reportada: podendo chegar a 200 Mbps! Isto não seria mais banda larga, mas banda escancarada!
  • O módulo de conexão – a.k.a modem – e a rede de comunicação tem uma sigla associada que cria um sentido duplo na área de automação: PLC, que aqui quer dizer Power Line Comunication

No fim da era BBS, desconfiávamos que a Escelsa tinha se metido no ramo de provedor da internet – que na época comprou a VixNet – para fornecer serviços via rede elétrica.

Isto foi recebido com uma certa ironia pelos usuários de BBS e Internet, que especulavam o fato de uma companhia de energia – e não uma de telecomunicações – ter comprado vários provedores de BBS no ES.

Mas enfim, eu sou simpático a esta idéia sobre a qual já venho ouvindo falar desde os áureos tempos da EscelsaNET e da saudosa VixNet.

2009-05-14 Publicado por marzvix | Tecnologia, Trasmissão de Dados | | 1 Comentário