Gnome Do

Brinquedinho bem legal este: o gnome-do.
Eu não conheço o quicksilver do mac, mas dizem que foi inspirado nele.
Este pequeno aplicativo serve para agilizar o acesso aos programas do seu desktop, usando o atalho: tecla Windows-Key + Barra de Espaços.
Funciona de modo bem simples, você instala o pacote e quando quiser acessar algum programa ou pesquisar um arquivo no seu sistema, basta acionar o atalho (acima descrito) e os ítens que casarem com o que for digitado vão aparecendo numa janela central da tela. Ao localizar o ítem desejado, dê um tab – o que muda o foco para as engrenagens – e um enter.
A vantagem aqui é que o mouse pode ficar de fora do processo. Ótimo para twiters, blogger, atalhos de navegador e uma miríade de plugins. Bom para quem gosta, como eu, de teclado e evita o mouse ao máximo.
Eu experimentei e já adotei. Baixe no site oficial (nota para ubuntu e debian, basta acessar gnome-do no seu “pacoteiro”)
M.E.R.D.A.
Módulo de Encapsulamento de Registros De Arrecadação.
Este projeto visa criar um módulo para encapsular os dados que a burreceita, sintrega e outra mediocrentidades enchedoras de saco utilizam nos seus “maravilhosos” programas.
É fato conhecido que estes programas, aniquiladores da paciência do contribuinte e da comunidade contábil, todo ano vem em sabores diversos e altamente mutantes.
Os pulhas que programam estas porcarias devem “se achar”, ao criar um monte de lixo em software proprietário – usando delphreak e recentemente javagaba – compatíveis com o monstrengo da micosoft e fingindo ser compatível com outros sistemas, esquecendo que o dinheiro público que paga as merdas de licenças e o ótimo salário deles. Ora, se sou contribuinte, pago pelo lixoware deles, porque não tenho acesso aos maledetos código fontes? Isto deveria ser obrigatório por lei, daí eu poderia usar o meu tempo de forma útil e alterar a porcaria de software deles em vez de ficar gastando tempo e postando M.E.R.D.A. sobre este assunto.
Caro leitor, me desculpe o tom pesado deste humilde blog hoje, mas é que são anos e anos ouvindo maravilhas sobre o lixoware da burreceita, caixote, sefazdeboazinha, etc. E tendo conviver na realidade com prazos limitantes e multativos e com estas bicheirinhas delphisticas, malacabadas e que só olham o lado confortável dos tecnocratas. É fato público e sabido que já existe SOFTWARE LIVRE E DE CODIGO ABERTO, não faz mais nenhum sentido esta bagaceira escrita em SOFTWARE PROPRIETÁRIO e DE CÓDIGO FECHADO. Se o tal do Lula, que foi na FISL este ano – fazer o que eu não sei – olhar pra isto e ajudar, já seria um bom começo.
Não sou contra o uso desta porcariada toda e acho até que eles economizam bem o dinheiro do contribuinte já que transformam todo mundo em digitador. Eles devem “pensar” ou talvez “intuir” – que estão promovendo a inclusão digital. Sou, sim, contra o descaso que eles tem com o nosso precioso tempo.
De certa forma, creio que estão promovendo a inclusão digital. Naquela forma em que “digital” corresponde ao fato de termos dedos, e gastarmos nossas “digitais” no teclado catilografando números e endereços pra eles. (Sempre lembro daquela velha piada sobre o Cadastro Único – C.U. – quando vejo estas aberrações, por exemplo ficar re-preenchendo cadastro todo ano em várias ocasiões, para vários orgãos públicos – que vão de prefeituras a caixotes bancários).
Bom, a minha última birra foi com o merda do DIPidiota 2009. Além de não ter conseguido instalar no wine – pois a bicheira fica pedindo um formato de data escroto do rwindows – ao rodar a gororoba me deparo com o seguinte ALEIJÃO no produto de bosta deles: o porrogramador ou canibalista de sistemas inventou de eliminar o cut-and-paste para preencher o formulário (registro 54). Ou seja, se quiser, tenho que perder um tempão DIGITANDO os mesmos cnpj’s e nomes de clientes do meu cliente. Dados que cortei e colei do próprio site da burreceita no cagadastro geral de pessoas judiadas.
Pô, que merda, pensei! Mas dai achei no help do DIPidiota 2009 os layouts dos registros. Maravilha, agora é só programar um módulo, denominado singelamente de M.E.R.D.A. para gerar os dados que eles querem e que já tenho prontos na minha planilha, no porcograma deles.
Fantástico, daí nasce este projeto – M.E.R.D.A. – que como o nome diz, vai servir para encapsular os dados em formato txt pro lixo deles importar.
Cada vez mais eu me impressiono com a “competência” de determinados imbecis para atrasarem a nossa vida e eliminarem de um programa, o que já é consagrado: o bom e velho cut-and-paste.
Impressionante, mas em termos de fazerem bosta, esta turma de des-envolvedores sempre se supera.
Updates, upgrades e soluções

Conforme disse no outro post, o problema maior com estas manobras é mesmo o usuário. Neste caso: eu!
Vamos as etapas de entendimento e medidas práticas que adoto.
Use a versão instável ou mesmo a alpha: os repositórios estão maduros e eles não colocam lixo lá, são profissionais demais para fazer isto. Quanto antes nos deparamos com as novidades, mais cedo aprendemos a conviver com elas.
Entretanto, nunca use-as num sistema crítico ou se você tem uma atividade para apresentar amanhã. Deixe uma partição com o sistema instável instalada, para estas emergências.
Não faça as atualizações diariamente: é perda de tempo, escolha um período de 1 semana a 15 dias, ou até um mês, pois isto lhe dá mais tempo para assimilar as modificações.
Leia antes as novidades: o aptitude é mais interessante do que o synaptic, apesar do que eu estou mudando para o synaptic novamente, eles melhoraram bastante o sistema.
Existe diferença entre: network-admin e network-manager. O segundo é para ser usado no Desktop. E o primeiro le o arquivo /etc/networking/interfaces para ser configurado. Eu estudei o script do primeiro e achei muito bem feito. Na realidade não tem segredos. Ele faz uso do chamado DBus, que mantêm comunicação com outros “amigos” como o bluetooth, veja o que roda no meu laptop:
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Updates, upgrades e distros

Atualizo o meu sistema toda sexta-feira. Nesta última, me ferrei.
O velho Debian tem este problema e é inégavel. Dependendo da atualização surgem problemas que já haviam sido sanados.
É uma espécie de síndrome, parecida com a do windows. A característica principal é que, depois de alguma atualização, surgem comportamentos estranhos e bugs.
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Raid (Kibado)
Nada como a velha didática ! (Ou mesmo, mais vale uma imagem…)

IEca 6

Ótima do cartunista John Martz Quando algum imbecilIE entra no site, recebe este cartoon como resposta !
DevGrid Releasead
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Estava pensando num local apropriado para juntar algumas peças e recortes de desenvolvimento.
Pensei em um site, mas logo vi que a manutenção acaba por se tornar um fardo. Sintetiza-se isto com a observação clássica: codifica-se uma vez e modifica-se pra sempre. RUP explica isto melhor, tecnicamente.
Ensaiei alguns passos com um CMS, o Drupal – mas parece mais um caso onde a ferramenta acaba tomando o lugar do problema.
Finalmente cheguei ao Doxygen. Venho buscando algo parecido com ele há muito tempo. Desde do txt2tags do Aurélio ao LaTeX, recém descoberto e já em pleno uso (Tenho quatro mini-projetos com ele).
Também tive contato com algo inusitado, mas compreensível, por parte do Dr. Knuth: a programação literária (literate programming).
O processo é no mínimo interesante: cria-se um sistema/programa como se estivesse escrevendo um livro, e no fim voce tem o produto final documentado. Quando li isto inicialmente, achei que seria mais uma excentricidade do genio. Enganei-me.
Esta semana tive contato com o Doxygen e me veio a lembrança do caso. Resolvi experimentar o processo, de acordo com a minha neófita interpretação, e fiquei bastante surpreso com o resultado. O projeto piloto – BckGDB – que estou executando foi migrado com extrema facilidade para o modelo proposto. Em um instante eu tinha alguns fontes – um Makefile , um ChangeLog meia-boca e um bash script legado – no outro eu já possuía o “site” do projeto e também a documentação em LaTex/PDF. Tudo com um simples comando estilo make sobre um Doxyfile gerado automaticamente.
Diante destas maravilhas, resolvi então reorganizar este blog para acomodar o material que estou preparando. O primeiro ensaio foi feito com a página DevGrid que já pode ser visitada no link do topo. Ali postei algumas coisinhas que estou usando e redescobrindo com o projeto.
O projeto em si será postado também, assim que eu tiver evoluído um pouco mais. Não espere muito, pois estou usando o modelo bazaar – e devo aumentar e melhorar o conteúdo assim que eu conseguir formatar as páginas com o css do blog e incorporar na estrutura do WordPress.
Esta idéia, postar projetos no site, acessíveis publicamente ou privados com senhas individuais, já é uma idéia que venho acalentando há 3 anos, sempre postergada pois nunca consegui uma forma de implementação fácil e não onerosa. Agora parece que vai.
Fica óbvio que o local ideal para se colocar projetos não é no blog – talvez o projeto deva ter um blog, dependendo do tamanho – ou ser publicado via SourceFourge. Mas sinceramente, ainda não me sinto com nível técnico necessário para publicar alguma coisa por lá.
Projeto BckGDB
Este projeto surgiu da necessidade de um script de backup para base de dados Firebird.
A idéia original foi rodar um script shell no servidor que fizesse backups diários de algumas bases de dados e separasse os savesets, a.k.a archives, em pastas organizadas cronológicamente.
O projeto inicial começou em 21/10/2008 e ficou pronto em 26/11/2008.
Algumas pendências ficaram por ser implementadas no futuro pois o resultado obtido atendeu as necessidades
Em 09/06/2009 decidi reescrever o projeto usando linguagem c para reativar meus conhecimentos desta linguagem e implementar técnicas de programação usando semáforos, sockets, pipes e forks, entidades comuns no ambiente un*x.
Estas técnicas aliadas ao uso avançado do make acabaram por gerar este projeto, onde ainda pretendo implementar as pendências originais como aperfeiçoamentos.
O produto central a ser obtido é o comando da execução, via fork, de tres procedimentos de backups ao mesmo tempo, com pretensões de evoluir para pthreads.
O processo básico é a execução de um programa existente – o gbak – como se fosse acionado por um script, mas na realidade, é acionado por um driver – o run_driver – que conecta os pipes stdin, stdout e stderr ao gbak, que é o programa acionador.
No futuro, este gbak, poderá ser substituído por qualquer outro programa existente no linux para realizar outros tipos de tarefas.
Enfim, tudo se passa como se o programa gbak fosse acionado por um script, mas na realidade estou usando uma linguagem compilada.
O motivo de ter usado esta abordagem foi perceber que os programas existentes fazem bem sua tarefa e podem ser comandados programaticamente de modo a fazer um produto final sem termos que nos enfiar nos meandros de libs ou codigos fontes. Basta acionar o programa automaticamente para que ele faça o que queremos usando a ótima libc para controlar, comandar e registrar os passos que forem executados. (Herr… um log, né?)
Existe um script que criei com o bash para gerar um relatório em latex que foi a minha grande inspiração para dar continuidade ao bckgdb.
Descobri que os programas scripts, ficam bem complexos quando queremos que eles façam bem sua tarefa. Isto me fez pensar: ora se já que está tão complexo, por que não passar para o c, que também é similar em termos de complexidade e o resultado acaba ficando mais “limpo” do que usar scripts.
O bash é EXCELENTE para protótipos, mas percebi que estava caindo na velha armadilha de transformar os protótipos em produtos acabado. Não que o bash não de conta. Dá e sobra, mas a portabilidade e robustez de uma linguagem de programação são ferramentas mais adequadas para o trabalho que pretendo.
Outra coisa que percebi e revisitei foi a versatilidade e a gama de “coisas” existentes nos un*xes.
O tal do tput fez cair a minha ficha. Já estava quase começando a escrever menus… Eu hein, quando chegar neste ponto quero usar algo mais digerível pro usuário final: janelas e mouse.
To afim de ler um livro!
E é sobre a michosoft… Diga-se de passagem 5 (cinco) estrelas no Amazon.
Adivinhem quem é o autor? Sim, um ex-empregado da meleca.
E sabem o que mais: ele fala que a micosoft vai se f*der ! (Grande novidade). Tudo por causa do modelito escroto de negócios dos palermas.
To gostando de ver, cada vez mais, que a prepotencia bizarra tem que engolir cada palavra anti-Free e anti-Open, já proferida.
Como diria um bom mineiro: bunidimais !
Agora convenhamos, a queda dela deve fazer um barulhão !
Leiam a fonte, ou se quiserem, o meu resumo tosco do início do artigo:
Sobre BPL (*)

(*) Broadband over Power Lines
Este assunto esta ganhando campo entre leigos. Já conversei com várias pessoas sobre isto.
Neste link, o autor (acho que Cleber) apresenta muito bem seu ponto de vista, e esclarece alguns aspectos desta “nova” tecnologia de transmissão de dados que está surgindo como opção viável no mercado.
Pontos que gostaria de ressaltar
- Interferências. Especula-se sobre as interferências, mas se levarmos em consideração as que existem no campo WiFi/Wireless bem como as tradicionais interferências em linhas de telefones e não impediu a tecnologia de avançar creio que não deva ser um problemão.
- Na realidade, a trasmissão de dados, penso que vem de carona na necessidade das empresas distribuidoras de energia de monitorar com mais fidelidade a sua malha de distribuição (acabar com os “Gatos”) e o custo vai ser parcialmente bancado com venda dos serviços de dados; sendo esta função, secundária.
- Os filtros de linha e no-breaks, entre outros, costumam bloquer as altas frequencias. Isto vai ter que ser revisto.
- Isto eu não sabia: é impressionante a taxa de trasmissão reportada: podendo chegar a 200 Mbps! Isto não seria mais banda larga, mas banda escancarada!
- O módulo de conexão – a.k.a modem – e a rede de comunicação tem uma sigla associada que cria um sentido duplo na área de automação: PLC, que aqui quer dizer Power Line Comunication
No fim da era BBS, desconfiávamos que a Escelsa tinha se metido no ramo de provedor da internet – que na época comprou a VixNet – para fornecer serviços via rede elétrica.
Isto foi recebido com uma certa ironia pelos usuários de BBS e Internet, que especulavam o fato de uma companhia de energia – e não uma de telecomunicações – ter comprado vários provedores de BBS no ES.
Mas enfim, eu sou simpático a esta idéia sobre a qual já venho ouvindo falar desde os áureos tempos da EscelsaNET e da saudosa VixNet.




